Quem é o Conselho de Guerra

Professor de História do Ensino Fundamental e Médio do Rio de Janeiro e atualmente (2016) estudando mestrado profissional de História na UFRJ.

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

The Blog is Back!!

O blog voltou com umas imagens do último encontro do grupo. O dia foi programado para rolar diversos jogos de tabuleiro e, claro, 40k. Este último teve uma única partida entre mim, de Tyranids, e Anderson, de Tau. A partida foi de 1000 pontos. Não há um report da partida, já que ela aconteceu a um bom tempo (e eu não lembro dos detalhes hehehe), mas posso afirmar que apanhei até o 4o turno, quando a última mini tyranids foi abatida.

Abaixo, as fotos do evento e do jogo:












Por fim. a mesa muito bacana de Frostgrave, que não viu jogadores o dia inteiro....



sexta-feira, 12 de maio de 2017

Orcs X CSM Parte 2: 600 pontos

Mais um encontro entre os dois armies ocorrido no dia 9 de maio. Eu de Orc e Henrique de Chaos Marine
A mesma pontuação de 600 pontos com listas diferentes para os dois armies.
A missão foi também diferente. Jogamos dessa vez uma missão estilo Maelstrom com o uso das cartas de objetivo. Eram três cartas por turno.
Sei que a 8a edição vem por aí, mas uma das coisas que mais gosto na 7a é esse tipo de jogo. Ele fica mais dinâmico e imprevisível. E foi exatamente o que aconteceu. Um resultado que foi sendo desenhado nos primeiros turnos mudou completamente nos turnos finais. Isso vocês vão ver agora.
Deploy





O primeiro turno começa com o avanço dos marines do caos. O menor número de soldados indicava enganosamente a inferioridade do army. Esse exército não fez muita coisa em seu deslocamento.
Por outro lado, os orcs avançam e já causam um grande estrago logo no início do jogo.
No segundo turno a Zzap Gun dispara contra o Hellbrute e o elimina na mesa. É Firstblood para os pele verde!

As bikes avançam contra o exército inimigo, A carnificina começa.


A batalha continua. Os exércitos param e consolidam certos objetivos. Os terminators avançam em busca da vingança da derrota da última batalha. Perder o Hellbrute só significou mais sangue nos olhos dos marines sedentos. Em pouco tempo, os tiros no campo de batalha vão diminuindo porque o enfrentamento corpo a corpo vai se espalhando pelos gramados verdes salpicados de sangue.

As Dakkagun das bikes orcs, que antes disparavam sem parar, param, dando lugar a uma ensandecida corrida em torno dos marines do caos que se protegiam na ruína.
Os Terminators também encontram sangue xeno para ser derramado.

Enquanto isso, com um pensamento estratégico perfeito, o Chaos lord desse warband toma sua posição estratégia e tática atrás de uma parede de sacos de areia. Ali está a vitória dos marines do caos.



A vitória e do Caos! Os Marines do Caos conseguiram 8 pontos sobre 4 dos Orcs. Isso tudo graças ao estilo de jogo Maelstrom, que permitiu ao meu adversário 3 ou mais VPs nas rolagens dos dados permitidas pelas cartas.

Jogo muito maneiro e mais dinâmico por causa das partidas consecutivas.

Saber as regras de cor não tem preço!



quarta-feira, 3 de maio de 2017

CSM X Orcs 600 pontos: encontro na redbox

Eu e meu parceiro de jogo Henrique nos encontramos para uma partida de 600 pontos na Redbox.

Partida rápida em que era o vencedor aquele que ganhasse o maior número de Victory Points destruindo unidades inimigas. Foi um pouco improvisada, visto a pouca quantidade de terreno e a mesa fora dos padrões do 40k. Mas para quem está sedento por jogo e não tem tempo e nem espaço, as duas horas de jogo (mais ou menos isso) foram bem legais.
Estamos voltando a jogar depois de um tempo de hibernação (mais de um ano) e essa partida já teve um caráter de despedida da 7a edição.

Eu estava de Orcs e Henrique de Chaos Space Marines.

O jogo demorou 6 turnos e foi bem divertida, apesar dos improvisos.

visão geral do deploy

Os World eaters sedentos por sangue dos pele verde. A matança vai começar

O Warband orc se prepara para a luta. O sangue de demônios e hereges deve ser derramado e o grito de Waaagh! vai ecoar pelas planícies verdes. Os orcs querem sujar o gramado com o sangue dos famigerados do Caos
Durante a luta, os orcs avançaram em direção aos World Eaters. Cultistas morreram em chamas pelos burna boys que desembarcaram do looted truck. À distância, os foguetes dos Rokkit Launcha também fazem seus estragos. O Rhino sofre danos.
O tiroteio continua incessantemente, com perdas dos dois lados.
Os Khorne Berserkers, sedentos e acompanhados pelo seu Lord, embarcam no Rhino para chegar mais perto dos orcs.
No entanto, os boys investem com mais rapidez.
À essa altura, um dos Rhinos já tinha virado detrito.
Boys se aproximam para o combate corpo a corpo. Os Berserkers entram no Rhino e Terminators se aproximam para lutar com os boys.

Os últimos burnas são eliminados. First Blood para o Caos!

Terminators e Boys se enfrentam. A unidade de Boys vai sofrer com o Sweeping Advance. Toda a unidade morre nas mãos dos Terminators (vale lembrar aqui o vacilo que eu dei. Eu aceitei o sweeping de primeira porque me esqueci da regra de Mob Rule dos orcs)

Tankbustas se aproximam do Hellbrute e  tentam lançar os bomb squigs. Na real, só uma dessas criaturas é lançada contra o brute, causando um glancing.

Com a morte dos boys, terminators avançam. Estes entram em combate corpo a corpo com os nobz que estavam na retaguarda. O combate permanece até que o warboss chega com sua mega armadura para o combate. A sua Power claw vai destruir a armadura dos terminators e vai fazer com que suas almas sejam levadas de volta para as torturas da warp.

Aqui, o consolidation do boss após matar todos os terminators em combate corpo a corpo
O combate continua. O Hellbrute investe contra os tankbustas e um novo combate corpo a corpo aparece nos campos sujos de sangue. Nobz e o warboss investem contra o brute, enquanto a outra unidade de boys investem contra os cultistas. Desse intenso tiroteio, os cultistas levam a pior.
Ao lado desse tiroteio, o orc warboss entra em corpo a corpo com o hellbrute. Mais uma vez sua power claw funciona, e o brute cai para o deleite dos peles verdes.
o último turno foi marcado pela queda do Hellbrute

Final da partida: empate.
CSM: First Blood, Tankbustas, Burna boys, Boys
Orcs: Rhino, Cultistas, Terminators, Hellbrute

A partida com pontuação baixa ajudou a gente a lembrar das regras e a tirar um pouco mais a ferrugem. A próxima está a caminho e vai ser ainda melhor, com o controle maior das regras



terça-feira, 14 de março de 2017

HDAF - exemplo de ficha de unidade

Aqui está um exemplo de ficha de unidade que utilizei hoje.







Essa é uma única ficha dos Republic Commandoes. É uma foto tirada da tela do computador, já que não dá para fazer o upload do arquivo.

HDAF (Heavy Duty Advanced Front) - Star Wars Teste

Como dito em postagem anterior, estou criando um jogo de skirmish que tenha um sistema-base para três formas de jogo (ou ambientes): o primeiro em um ambiente fantástico, chamado Contos de Ultenor, um segundo ambientado na Segunda Guerra Mundial, e o terceiro, testado hoje, ambientado em Star Wars.

Na primeira partida sentimos uma dificuldade para transportar terrenos, já que não jogamos em casa ou clube. Isso atrapalhou um pouco a visão do que se pretendia fazer, mas não impediu que pudesse visualizar a dinâmica do sistema. Colocar o grid do Star Wars miniatures e a caixa em que as miniaturas estavam foi a solução de momento.
Jogamos eu e Henrique Silva nesse primeiro teste. O jogo consistia em um exército invasor, a República (no caso eu) tentar chegar a Sala de Controle da cidade de Muunlist, defendida por um grupo de droides da Federação (Separatistas) liderados pelo General Grievous. A República consistia em uma única unidade de Commandoes liderada por General Kenobi. A missão jogada foi muito parecida com a original do Star Wars Miniatures starter set.

A partida não foi concluída porque a sala em que estávamos seria utilizada para uma aula, mas tivemos noções interessantes sobre o jogo (e com as esperadas modificações de algumas coisas).

As fotos do Report serão colocadas, mas elas farão mais sentido a partir de pontos das regras que vou enumerar agora:

O jogo consiste em:
- Os jogadores estabelecem pontos para a partida de acordo com o tipo de missão. No caso desse jogo, jogamos com 100% das forças dos dois lados; tinha cerca de 40 e poucos pontos para cada lado (a própria pontuação deve passar por algumas alterações);
- depois de determinado o deploy, o jogador inicial joga o número de dados de ordens para que suas unidades possam ser ativadas; dados de ordens são dados de 8 lados coloridos que representam marcadores que serão alocados na tabela de ordens. É a partir da tabela de ordens que o jogo será realizado, pois as movimentações possíveis do jogo estão descritas ali
- Para cada ordem, um único marcador colorido deve ser colocado;
- Após alocar  os marcadores, o jogador ativa suas unidades. Essa ativação é de acordo com as ordens escolhidas na tabela; diferente do 40k, não existe, necessariamente, uma sequencia de fases: ou seja, o jogador pode escolher atirar com uma unidade e depois se deslocar (desde que seja possível e permitido na própria tabela)
- uma unidade pode agir da mesma maneira a até quatro vezes por turno; isto quer dizer que a unidade pode se deslocar a partir de uma ordem e depois se deslocar por mais três vezes. Isso, no entanto, tem seu preço: para cada ação após a efetivação da ordem dada (o primeiro deslocamento, por exemplo) a unidade recebe um marcador de estresse; cada marcador de estresse dá uma penalidade de um dado para esta unidade; a unidade que acumular três marcadores está impossibilitada de agir e deve, obrigatoriamente, descansar (que, aliás, é uma outra ordem).
Durante o jogo, Kenobi e uma unidade de droides receberam estes marcadores.
- Combate (a parte que todo espera): o atacante rola dados coloridos de ataque e defesa - lados vermelhos ataque, lados verdes defesa. O número de ataques que uma miniatura dá depende da sua arma e da armadura do oponente. O jogo também permite críticos: um crítico no ataque indica que o jogador atacante tira uma carta de críticos do seu deck e vê o resultado ruim para o alvo (perda de perna, injúria profunda, morte); no caso da defesa. o resultado preto do dado indica uma defesa e o direito de rolar mais dados de defesa.
A impressão que eu tinha era a de que sairiam muitos resultados desse tipo ao longo do jogo, mas não foi o caso (talvez porque eu e Henrique sejamos horrorosos nos dados)
- A defesa funciona da seguinte maneira: o jogador que está sofrendo os ataques rola um número de dados igual a quantidade de acertos que recebeu e, se tiver cobertura, mais dados de acordo com o tipo de cobertura (pode ser leve ou pesada)
- As unidades possuem níveis de treinamento (inexperiente, regular ou veterano): quanto mais experiente, mais dados de ataque e defesa recebem

É importante ressaltar aqui o fato de que a quantidade de dados de ataque que uma unidade (ou miniatura) possui não reflete somente a arma usada: a experiência também conta. O mesmo vale para a defesa. Afinal, um comandante é mais experiente que um conscrito, por isso maneja melhor a arma e sabe utilizar melhor o terreno a seu favor.

- A Força existe no jogo: personagens sensitivos possuem Pontos de Força que são gastos de diversas maneiras, desde o lançamento de um Poder qualquer (tipo Force Strike) até no manejo de Lightsabers: durante o jogo Kenobi chegou a refletir alguns tiros dos droides. Um deles chegou a acertar um droide de combate, mas a sua armadura absorveu o tiro.

O jogo é basicamente isso. Seguem as fotos
A Tabela de Ordens
A Primeira foto após o deploy. Algumas coisas foram tiradas do 40k, como a regra de Infiltrate dos Commandoes



O combate se acontece dentro de um prédio. HDAF permite que as miniaturas se separem para utilizarem melhor o terreno, como os comandoes fizeram. A unidade de Super Battle Droid se manteve coesa. O final desse combate em específico vai ser o fim da unidade de droides.

É isso por enquanto.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Star Wars miniatures: a primeira a gente nunca esquece



Eu tenho esse jogo a muito, muito tempo. Nunca joguei. Isso por total preconceito aos tiles. Confesso que desde que joguei o Zombicide - foi outro dia - fiquei com vontade de jogar. A sorte é que um primo da minha esposa veio passar uns dias aqui durante o carnaval. Convenci o cara a jogar (já que sei que ele é fã de Star Wars). Ele nunca jogou absolutamente nada na vida dele e isso já dá uma ideia de como foi o jogo: sem ter um raciocínio básico de wargame ou de algo semelhante (mesmo um jogo qualquer de tabuleiro), ele foi derrotado. Mas isso não tirou o brilho do jogo pelo simples fato de ter sido a primeira vez para nós dois nesse jogo.

Eu gostei do jogo, apesar dele parecer bem simples. Pretendo jogar mais vezes. Ou seja, o preconceito aos tiles acabou (pelo menos para esse jogo e o zombicide).

A partida foi de 50 pontos - num máximo de 100 estipulado pelo livro de regras - justamente para que pudéssemos entender a dinâmica das regras. Eu, que estava com os Separatistas - optei por um squad de droids de pontuações médias e baixas, enquanto Ricardo misturou Clone troopers de elite e inexperientes.











O grande problema do meu adversário foi se esquecer de usar as regras especiais dos personagens durante o jogo. Quando eu mesmo me dei conta de que existiam soldados de elite do lado dele já era tarde demais. O estrago já estava feito e eu não pude ajudá-lo. Outro problema dele foi uma movimentação muito errada, que praticamente jogou uma de suas últimas peças para os disparos dos meus droids.
Enfim vivendo e aprendendo

40K: Tyranids X Chaos Marines - a partida que me tirou do zero


É o que o título diz: o ano passado foi muito magro em termos de jogo. De 40k só joguei essa única partida de 1000 pontos com Henrique Silva. E mais nada. E já tem tanto tempo que não lembro qual foi a missão. Só lembro que venci (mas também não lembro como).

Diante de tanta amnésia, vou postar somente as fotos.

Eu estava de Tyranids e ele de Chaos Marines. Os nossos armies clássicos.










Lembro que o jogo foi muito maneiro e não vejo a hora de jogar mais 40k!!!!!!